Bem vindos (à deriva)


Finalmente partimos e, correm já largos dias desde que vazámos as nossas residências fixas e passámos a rolar com a casa às costas. É o começo do que esperamos ser um tempo indeterminado de vida ambulante: de prática e teste aos recursos i/materiais de que dispomos, de escalada fanática, ondas ocasionais, culturas muitas…

Pareceu-nos por bem ir abandonando tudo o que é familiar aos poucos. Assim, como não podia deixar de ser, estivemos a deambular entre o que a casa da Mãe e Sagres têm de especial para oferecer e ensinar…

A Foz do Arade surpreendeu com um inesperado levante, óptimos sítios para práticas de Yoga matinais e, um pacato parque de autocaravanas – populado por reformados estrangeiros; ao que parecia, estes como nós, dependiam da radiação solar talvez não no imperativo de carregar as “baterias” e realizarem o trabalho diário mas, para puro deleite invernal.

Chegada a Ferragudo; simpática vila “ex-pescatória” na margem esquerda do rio Arade.

Yogin’ Hélène.

Final de tarde bem divertido no “secret” local…

Umas bombas de despedida do poder Atlântico.

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